segunda-feira, 8 de abril de 2013

Dia Mundial de Combate ao Câncer é lembrado neste 8 de abril


Estima-se que, anualmente, sejam diagnosticados mais de 12 milhões de casos de câncer em todo mundo, causando mais de 7 milhões de mortes. No Brasil, todos os tipos da doença possuem tratamento na rede pública de saúde.


Estudo do Instituto Nacional de Câncer - José Alencar Gomes da Silva (Inca) - aponta que o câncer representa a segunda causa de morte no Brasil, atrás apenas das doenças do coração. Para chamar a atenção de todas as nações sobre importância da discussão sobre a doença e instituir políticas de prevenção,  foi instituído o Dia Mundial do Combate ao Câncer, 8 de abril.
No Brasil, no ano passado, foram descobertos mais de 52.680 casos de câncer da mama, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em relação ao câncer da próstata, foram registrados mais 60.180 casos entre brasileiros em 2012. Em 2013 são esperados mais de 500 mil novos casos.
Para diminuir esta incidência, o Ministério da Saúde intensificou estratégias para ampliar o acesso da população aos serviços públicos de diagnóstico e tratamento de câncer. No caso das mulheres, por exemplo, a oferta do serviço de mamografia móvel contribui para ampliar o número de mulheres, na faixa etária prioritária (50 a 69 anos), que devem se submeter ao exame de mamografia e que vivem, preferencialmente, em áreas remotas e de difícil acesso. 
Vale destacar que todos os pacientes com a doença podem obter tratamento gratuito na rede pública de saúde, incluindo novas terapias.  O paciente tem direito de se submeter ao primeiro tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), no prazo de até 60 (sessenta) dias contados a partir do dia em que for confirmado o diagnóstico em laudo médico ou em prazo menor, conforme a necessidade. Pacientes com câncer também têm acesso privilegiado para a obtenção de remédios para tratar a doença.
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  • Dia Mundial de Combate ao Câncer é lembrado em 8 de de abril
Números do câncer no mundo
A cada ano, o câncer provoca cerca de 8 milhões de mortes no mundo. Estima-se que um terço dessas mortes poderia ter sido evitado com mais prevenção, detecção precoce e acesso aos tratamentos existentes.
A doença
Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. As causas de câncer são variadas, podendo ser externas ou internas ao organismo.
As causas externas referem-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de uma sociedade. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, e estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas.
Tratamento
Existem várias modalidades de tratamentos. A principal é a cirurgia, que pode ser empregada em conjunto com radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença. Todas as modalidades de tratamento são oferecidas pelo SUS.
Lei 12.732
Lei 12.732  fixa  prazo de até 60 dias para o tratamento de câncer maligno pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O prazo vale a partir do diagnóstico da doença. 
De acordo com a publicação, o prazo de 60 dias será considerado cumprido quando o tratamento for efetivamente iniciado, seja por meio de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. Em casos mais graves, o prazo poderá ser inferior ao estabelecido.
Prevenção
A prevenção do câncer nem sempre é possível, mas há fatores de risco que estão na origem de diferentes tipos de tumor. O principal é o tabagismo. O consumo de bebidas alcoólicas e de gorduras de origem animal, dieta pobre em fibras, vida sedentária e obesidade também devem ser evitados para prevenir os tumores malignos. 
Instituto Nacional de Câncer (Inca)
Desde 1938, o Inca presta assistência médico-hospitalar gratuita a pacientes diagnosticados com câncer.
Vinculado ao Sistema Único de Saúde (SUS), possui cinco unidades hospitalares na cidade do Rio de Janeiro. Para ser atendido, o médico deve encaminhar o paciente já com diagnóstico confirmado de câncer ou com grande suspeita da doença (exame de radiografia, tomografia ou ressonância magnética).

Fonte:

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Preocupado com o meio ambiente o Vereador André de Gilson se reuniu nesta manhã com o gestor de operações da Prolagos



Na manhã desta quinta-feira (04), o vereador André de Gilson, em visita a Prolagos, se encontrou com o gestor de operações Thiago Augusto Maziero. Na visita, André solicitou a possibilidade do complemento da rede de captação de esgoto na Rua da Praia do Mossoró. A ação visa retirar o esgoto que está sendo despejado diretamente na Lagoa de Araruama, trazendo prejuízos, tanto para o meio ambiente, como para população de uma forma geral.

“Temos que tomar providências para que o esgoto não seja despejado in natura na Lagoa de Araruama, que não é apenas o cartão postal da região, é fonte de renda para muitas famílias”, disse André.


Vamos levantar essa bandeira, no combate à violência contra os idosos


O combate à violência contra os idosos não pode ser esquecido.

A segurança é uma das preocupações citada pelo vereador André de Gilson, o combate à violência contra os idosos não pode ser esquecido, devemos dar prioridade aos idosos, eles se dedicaram, e dedicam  no desenvolvimento do país, na contribuição de impostos, assim como sua participação no desempenho de suas funções nas diversas áreas da sociedade. Na maioria das vezes, as agressões acontecem dentro do lar por parentes. Em alguns casos não acontecem os registrados, pois as vítimas não prestam o boletim de ocorrência (BO) por medo de represálias. 
"Vamos levantar essa bandeira, no combate à violência contra os idosos", disse André.



quarta-feira, 3 de abril de 2013

A importância do pré-natal


O acompanhamento pré-natal é essencial para garantir uma gestação saudável e um parto seguro e também para esclarecer as dúvidas das futuras mães. Com o objetivo de melhorar o acesso, a cobertura e a qualidade desse atendimento, o Ministério da Saúde lançou, em 2000, o Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PHPN). Ele incentiva as gestantes a buscarem o Sistema Único de Saúde (SUS) e estabelece que sejam realizadas, no mínimo, seis consultas: uma no primeiro trimestre de gravidez, duas no segundo e três no terceiro. Em todas elas, o médico deve medir a pressão arterial, o tamanho da barriga e o peso da futura mãe e também escutar o coração do bebê.
FAMERP/Radiologia DiagnósticaO teste rápido de sífilis congênita está sendo implantado na Atenção Básica do Ministério da SaúdeAmpliar
  • O teste rápido de sífilis congênita está sendo implantado na Atenção Básica do Ministério da Saúde
"O pré-natal diminui os riscos de complicações e mantém o bem-estar da mãe e do feto", afirma a ginecologista Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite de Sexualidade Feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Com as consultas e exames, é possível identificar problemas como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças como a Aids e a sífilis, que podem prejudicar a gravidez e a formação do bebê.
Além disso, durante esse acompanhamento, a gestante recebe informações sobre cuidados importantes, como aleitamento materno, alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos. Com relação aos exames, o indicado para uma gravidez sem complicações são os testes de sangue, glicemia, urina, sorologia anti-HIV (que identifica presença do vírus da Aids), sífilis, hepatites B e C,  toxoplasmose, rubéola e estreptococo. Durante o pré-natal, o médico também pode indicar a necessidade de a grávida tomar vacinas contra hepatite, gripe e dT (dupla adulto contra difteria e tétano) e realizar exames de sangue para verificar os níveis dos hormônios da tireoide, que regulam o organismo da mãe e o desenvolvimento do feto.
No caso das gestantes com fator Rh negativo, também é importante realizar o exame de sangue Coombs indireto, que verifica se o organismo dela está produzindo anticorpos contra o sangue de bebês Rh positivos. Esse problema é conhecido como doença hemolítica perinatal, causada pela incompatibilidade entre os sistemas sanguíneos materno e fetal. Em caso positivo, a grávida toma uma dose da vacina Rhogam por volta da 28ª semana de gestação e outra até 72 horas após o parto. Geralmente, a doença não apresenta complicações na primeira gravidez, mas nas gestações seguintes pode provocar anemia, icterícia e até quadros de insuficiência cardíaca ou hepática na criança.
É possível ainda que sejam solicitados outros exames, mais específicos, se a gestação for de alto risco, ou seja, quando a mãe apresenta condições como obesidade, diabetes, problemas cardíacos e histórico de aborto, por exemplo. "Nesses casos, o pré-natal requer maior atenção e a gestante deve ser encaminhada para hospitais ou centros de saúde que possam cuidar melhor da gestação. Mas isso é avaliado e indicado pelo obstetra", complementa Rosiane Mattar, membro da Comissão de Gestação de Alto Risco da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
Este ano, o Governo lançou uma novidade importante para as gestantes: o programa Rede Cegonha, que será ligado ao SUS e irá disponibilizar vale-transporte para que elas compareçam às consultas do pré-natal e realizem os exames essenciais. Quem fizer o acompanhamento completo receberá também um vale-táxi para ir à maternidade. O programa ainda irá oferecer novos exames, como o teste rápido de gravidez e sífilis e a ampliação do número de ultrassonografias – atualmente, o SUS paga cerca de 10% dos exames e passará a pagar 100%. Para gestações de alto risco, o Rede Cegonha também prevê novos exames, como a cardiotocografia, que avalia a frequência cardíaca do bebê, e eletrocardiograma, que detecta alterações cardíacas da grávida.
A meta do Governo é levar as ações inseridas na Rede Cegonha a todo o país até 2014. O cronograma de implantação priorizará as regiões com os mais altos índices de mortalidade materna e infantil e as de maior concentração de gestantes.
Fontes:
Programa de Humanização
Ministério da Saúde
Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

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